Termogênico: o que é? E veja 7 dicas para emagrecer!

O que é termogênico?

Termogênico é um produto que teoricamente acelera a queima de gordura no organismo.

Geralmente esses produtos, por serem vendidos como suplementos alimentares, não passam por testes clínicos mais detalhados.

Somente são feitos estudos mais superficiais e conduzidos pela própria empresa que o fabrica, o que faz esses estudos serem menos confiáveis. Continue lendo “Termogênico: o que é? E veja 7 dicas para emagrecer!”

Manteiga ou Margarina: Qual é a Melhor para o Coração?


Manteiga ou Margarina: qual é mais saudável para o coração?

Durante muitos anos, se disseminou a história de que a margarina é mais saudável que a manteiga.

Mas será verdade isso?


Dieta DASH!
 
Emagreça com saúde e controle sua Pressão Arterial!

Leia o E-Book GRATUITO!

Estatinas podem reduzir risco de morte

Estatinas: Estudo mostra que elas reduzem o risco de morte em pacientes de risco intermediário para doença coronariana.


Estatinas redutoras de colesterol deverão passar a ser mais amplamente usadas do que atualmente. Pesquisadores canadenses observaram isto em um estudo apresentado na Sessão Científica deste ano do Colégio Americano de Cardiologia (American College of Cardiology, ACC), em Chicago (Illinois). Estes tipos de medicamentos levaram inclusive a uma redução significativa dos eventos cardiovasculares e similares em pessoas correndo risco intermediário.

Continue Reading

Exposição ao sol pode aumentar expectativa de vida

Pesquisadores na Suécia acharam relação entre nível de exposição ao sol e expectativa de vida.

Todos nós estamos cansados de saber dos malefícios da exposição prolongada ao sol, não é mesmo?

Sabemos que a exposição a essa radiação UV pode causar câncer de pele e envelhecimento.
Continue lendo “Exposição ao sol pode aumentar expectativa de vida”

Ataque cardíaco: quais são os fatores de risco?

Ataque Cardíaco: Quais São os Fatores de Risco?

Alguns fatores contribuem para o acúmulo indesejado de depósitos de gordura (aterosclerose) que estreita as artérias por todo o corpo. Você pode melhorar ou eliminar muitos destes fatores de risco para reduzir suas chances de ter um primeiro ou subsequente ataque cardíaco.

Os fatores de risco ataque cardíaco incluem:
Continue lendo “Ataque cardíaco: quais são os fatores de risco?”

Mulheres com mais de 50 anos X doenças circulatórias: como se prevenir!

As doenças do coração e do aparelho circulatório são a principal causa de morte em mulheres com mais de 50 anos. Saiba o que fazer para preveni-las!

Continue Reading

Quer um excelente motivo para praticar exercícios físicos? Proteção contra ataques cardíacos

A prática de atividades físicas comprovadamente possui uma série de benefícios para a saúde.

Os exercícios aeróbicos e anaeróbicos ajudam no emagrecimento, melhoram o condicionamento, o humor, reduzem a perda de massa magra entre muitos outros benefícios.

Mais recentemente um estudo mostrou que pessoas com melhor condicionamento têm uma probabilidade até 40% maior de sobreviver após um ataque cardíaco.
Continue lendo “Quer um excelente motivo para praticar exercícios físicos? Proteção contra ataques cardíacos”

Cada hora a mais de sedentarismo aumenta o risco de diabetes

Fonte: Univadis

Cada hora a mais de tempo de sedentarismo diário pode aumentar a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2. Isso foi indicado em um estudo realizado por cientistas holandeses e publicado na revista “Diabetologia”. Considerando cada hora a mais de tempo de sedentarismo, o risco aumenta em 22 por cento.
Continue lendo “Cada hora a mais de sedentarismo aumenta o risco de diabetes”

Aedes geneticamente modificado: solução contra a dengue (e Zica)?

Fonte: Portal UOL

A sociedade brasileira terminou 2015 com a péssima notícia (entre tantas outras) a respeito da zica (causada pelo Zica vírus).

Os casos alarmantes de microcefalia são realmente muito preocupantes.

Além disso, a dengue não dá trégua e continua causando problemas.

Essas doenças têm em comum o vetor (mosquito responsável pela transmissão): o Aedes aegypti.

Esse mosquito transmite dengue, zica e a febre Chikungunya. Pode ser também vetor da febre amarela urbana.

O principal modo de combater essas doenças é combatendo o mosquito. Se não houver mosquito não há doença (a não ser que surja um outro vetor). Daí a importância de se destruir os criadouros.

E agora há uma solução sendo testada: o uso de Aedes geneticamente modificado ou o “Aedes do bem”.

Veja o que saiu publicado no portal UOL:

“A liberação de mosquitos transgênicos reduziu em mais de 80% a quantidade de larvas de Aedes aegypti em um bairro de Piracicaba (SP), na comparação com um bairro próximo que não foi “tratado” com os insetos geneticamente modificados. Os dados foram divulgados ontem pela prefeitura do município e pela empresa Oxitec, dona da tecnologia.

O experimento, que começou em abril de 2015, envolve a liberação de 800 mil mosquitos transgênicos por semana no bairro Cecap/Eldorado, com 5 mil habitantes. Os insetos geneticamente modificados, chamados pela empresa de “Aedes aegypti do bem”, não picam pessoas nem transmitem doenças. Eles carregam um gene especial que faz com que seus filhotes morram antes de chegar à idade adulta.”

A reportagem ainda diz que neste ano só houve 1 caso de dengue neste bairro contra 50 no resto da cidade.

Vamos aguardar um pouco mais os testes e avaliar o custo X benefício desse tipo de solução. Mas sem dúvida é uma esperança no combate a essas doenças.

Matéria completa no UOL, clique aqui.

Chocolate: estudo sugere que ele pode prevenir doenças cardiovasculares!

Que tal comer chocolate e por causa disso reduzir o seu risco de desenvolver doenças do coração e AVC ?

Parece uma boa oferta. Parece, na verdade, ser bom demais para ser verdade, não é?

Um estudo publicado na revista Heart avaliou mais de 20 mil pacientes de uma coorte. Entre os participantes que mais consumiam chocolate a taxa dos que desenvolveram doença coronariana foi de 9,7% e dos que tiveram AVC (ou derrame cerebral) foi de 3,1%.

Já entre os que consumiam menos chocolate 13,8% desenvolveram doença coronariana e 5,4% tiveram AVC.

Comparado com aqueles que não comeram chocolate algum, os participantes que comeram chocolate tiveram uma probabilidade 11 por cento menor de desenvolver doença cardiovascular, e uma probabilidade 25 por cento menor de morrer devido a essa doença. Além disso, tinham pressão arterial mais baixa, menores pontuações de inflamação e taxas menores de diabetes. É interessante observar que os participantes que consumiam chocolate regularmente tinham até mesmo um IMC menor e níveis mais altos de atividade física e eram, em média, mais jovens.

Aqueles com consumo diário mais alto ainda mostraram uma redução de 23 por cento no risco de acidente vascular cerebral. Esses resultados se mostraram verdadeiros não somente para o chocolate negro, como também para o chocolate ao leite.

Os autores ressaltaram, porém, que não pode ser feita nenhuma associação causal, devido ao fato do estudo ter sido apenas observacional.

Mas, na dúvida, vou continuar comendo o meu chocolate. E você?

O link para o resumo da publicação é este: http://heart.bmj.com/content/early/2015/05/20/heartjnl-2014-307050.short?g=w_heart_ahead_tab.