Posso fazer atividade física após o Covid?

Tive COVID-19. Posso fazer exercícios físicos?

A prática regular de atividades físicas é, sem dúvida nenhuma, uma das coisas mais importantes que podemos fazer para manter uma boa saúde.

Exercícios físicos ajudam a controlar a pressão arterial, o sobrepeso, a obesidade, o diabetes e várias outras doenças.

E os benefícios não param por aí. Há estudos que mostram que a prática de atividades físicas regulares pode ser benéfica nos portadores de depressão, além de melhorar a imunidade e manter a função cognitiva em idosos, o que significa deixar os cérebros mais ativos e funcionando bem.

Com tantas vantagens, acho que o leitor já deve estar calçando o seu tênis para ir caminhar ou para a academia, certo?

Porém, se você teve infecção pelo novo coronavírus, a COVID-19, alguns cuidados são necessários antes de iniciar ou voltar a praticar exercícios.

É o que orientam a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte (SBMEE) em um documento publicado em outubro.

Todos os pacientes que tenham se recuperado da COVID-19 precisam, antes de reiniciar o exercício, fazer uma avaliação com seu médico, preferencialmente um cardiologista.

Isso porque a COVID-19 tem o potencial de afetar o coração. Estima-se que 20-30% dos pacientes hospitalizados com a doença apresentem algum tipo de dano cardíaco, sendo esse dano pode contribuir com até 40% das mortes. Entre as complicações cardiovasculares que ocorrem nesse grupo de pacientes se destacam: lesão miocárdica (20% dos casos), arritmias (16%), miocardite (10%), além de insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e choque (até 5% dos casos).

O médico então fará uma avaliação clínica, o exame físico e, se julgar necessário, poderá pedir outros exames.

A necessidade ou não desses exames complementares será determinada pela gravidade do quadro infeccioso da COVID-19 e pelo tipo de esporte que o paciente pretende realizar.

No mínimo, será necessário realizar a avaliação clínica e um eletrocardiograma. Se tudo estiver normal, o paciente pode retornar às atividades após um período de 14 dias livre de sintomas.

Se houve um quadro mais grave, podem ser necessários fazer mais exames e observar por um período mais prolongado. Pois, apesar do exercício ser fundamental para a nossa saúde, eles só devem ser realizados quando houver total segurança.

Portanto, caso tenha tido COVID-19 procure seu médico e faça uma avaliação antes de retornar às atividades físicas. O exercício vai te ajudar a manter uma boa saúde e imunidade, o que é muito importante nesse momento de pandemia em que vivemos.

Cuide da sua saúde e faça suas atividades físicas com segurança! Procure seu médico.

Termogênico: o que é? E veja 7 dicas para emagrecer!

O que é termogênico?

Termogênico é um produto que teoricamente acelera a queima de gordura no organismo.

Geralmente esses produtos, por serem vendidos como suplementos alimentares, não passam por testes clínicos mais detalhados.

Somente são feitos estudos mais superficiais e conduzidos pela própria empresa que o fabrica, o que faz esses estudos serem menos confiáveis. Continue lendo “Termogênico: o que é? E veja 7 dicas para emagrecer!”

Estatinas podem reduzir risco de morte

Estatinas: Estudo mostra que elas reduzem o risco de morte em pacientes de risco intermediário para doença coronariana.


Estatinas redutoras de colesterol deverão passar a ser mais amplamente usadas do que atualmente. Pesquisadores canadenses observaram isto em um estudo apresentado na Sessão Científica deste ano do Colégio Americano de Cardiologia (American College of Cardiology, ACC), em Chicago (Illinois). Estes tipos de medicamentos levaram inclusive a uma redução significativa dos eventos cardiovasculares e similares em pessoas correndo risco intermediário.

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Exposição ao sol pode aumentar expectativa de vida

Pesquisadores na Suécia acharam relação entre nível de exposição ao sol e expectativa de vida.

Todos nós estamos cansados de saber dos malefícios da exposição prolongada ao sol, não é mesmo?

Sabemos que a exposição a essa radiação UV pode causar câncer de pele e envelhecimento.
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Ataque cardíaco: quais são os fatores de risco?

Ataque Cardíaco: Quais São os Fatores de Risco?

Alguns fatores contribuem para o acúmulo indesejado de depósitos de gordura (aterosclerose) que estreita as artérias por todo o corpo. Você pode melhorar ou eliminar muitos destes fatores de risco para reduzir suas chances de ter um primeiro ou subsequente ataque cardíaco.

Os fatores de risco ataque cardíaco incluem:
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Mulheres com mais de 50 anos X doenças circulatórias: como se prevenir!

As doenças do coração e do aparelho circulatório são a principal causa de morte em mulheres com mais de 50 anos. Saiba o que fazer para preveni-las!

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Quer um excelente motivo para praticar exercícios físicos? Proteção contra ataques cardíacos

A prática de atividades físicas comprovadamente possui uma série de benefícios para a saúde.

Os exercícios aeróbicos e anaeróbicos ajudam no emagrecimento, melhoram o condicionamento, o humor, reduzem a perda de massa magra entre muitos outros benefícios.

Mais recentemente um estudo mostrou que pessoas com melhor condicionamento têm uma probabilidade até 40% maior de sobreviver após um ataque cardíaco.
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Cada hora a mais de sedentarismo aumenta o risco de diabetes

Fonte: Univadis

Cada hora a mais de tempo de sedentarismo diário pode aumentar a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2. Isso foi indicado em um estudo realizado por cientistas holandeses e publicado na revista “Diabetologia”. Considerando cada hora a mais de tempo de sedentarismo, o risco aumenta em 22 por cento.
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Aedes geneticamente modificado: solução contra a dengue (e Zica)?

Fonte: Portal UOL

A sociedade brasileira terminou 2015 com a péssima notícia (entre tantas outras) a respeito da zica (causada pelo Zica vírus).

Os casos alarmantes de microcefalia são realmente muito preocupantes.

Além disso, a dengue não dá trégua e continua causando problemas.

Essas doenças têm em comum o vetor (mosquito responsável pela transmissão): o Aedes aegypti.

Esse mosquito transmite dengue, zica e a febre Chikungunya. Pode ser também vetor da febre amarela urbana.

O principal modo de combater essas doenças é combatendo o mosquito. Se não houver mosquito não há doença (a não ser que surja um outro vetor). Daí a importância de se destruir os criadouros.

E agora há uma solução sendo testada: o uso de Aedes geneticamente modificado ou o “Aedes do bem”.

Veja o que saiu publicado no portal UOL:

“A liberação de mosquitos transgênicos reduziu em mais de 80% a quantidade de larvas de Aedes aegypti em um bairro de Piracicaba (SP), na comparação com um bairro próximo que não foi “tratado” com os insetos geneticamente modificados. Os dados foram divulgados ontem pela prefeitura do município e pela empresa Oxitec, dona da tecnologia.

O experimento, que começou em abril de 2015, envolve a liberação de 800 mil mosquitos transgênicos por semana no bairro Cecap/Eldorado, com 5 mil habitantes. Os insetos geneticamente modificados, chamados pela empresa de “Aedes aegypti do bem”, não picam pessoas nem transmitem doenças. Eles carregam um gene especial que faz com que seus filhotes morram antes de chegar à idade adulta.”

A reportagem ainda diz que neste ano só houve 1 caso de dengue neste bairro contra 50 no resto da cidade.

Vamos aguardar um pouco mais os testes e avaliar o custo X benefício desse tipo de solução. Mas sem dúvida é uma esperança no combate a essas doenças.

Matéria completa no UOL, clique aqui.