Risco Cirúrgico: O que é, Como é Feito, Cuidados Necessários e Mais!

Risco Cirúrgico

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Este artigo visa tratar sobre o que é o risco cirúrgico, as cirurgias em que ele é necessário, como se faz o risco cirúrgico, quais são os exames que devem ser solicitados pelo seu médico cardiologista e mais.

Sem dúvidas, antes da realização de uma cirurgia é preciso fazer um risco cirúrgico para avaliar e decidir se você tem condições ou não de ser submetido a uma cirurgia com segurança.

O que é risco cirúrgico?

Quando se fala sobre risco cirúrgico, saiba que se trata de uma avaliação médica de um cardiologista para avaliar os possíveis riscos que uma cirurgia possa ter na sua saúde.

É verificado se o paciente pode ter alguma complicação, como uma parada cardíaca ou infarto, durante o procedimento cirúrgico.

O objetivo do risco cirúrgico é, justamente, identificar possíveis fatores de risco, ou seja, doenças ou outros agravantes podem levar o paciente a ter um risco maior de desenvolver complicações como AVC, infarto ou uma parada cardíaca durante a cirurgia.

Importância do risco cirúrgico pré-operatório

Saber qual o risco cirúrgico é importante para que as chances de morte, de sequelas e de complicações sejam diminuídas.

De fato, também é importante na redução de ameaças potenciais no decorrer da cirurgia, principalmente se o indivíduo está dentro do grupo de risco.

Entretanto, é necessário ter cautela antes de indicar testes além da anamnese e o teste físico, até porque, não são todas as pessoas que precisam realizar exames laboratoriais, por exemplo.

Contudo, o mais correto é procurar o Médico Cardiologista Dr. Diogo Kalil no DF para que os exames certos sejam indicados e realizados, pois podem haver outros que ainda serão citados no artigo.

Indivíduos que se beneficiam desses testes são os que possuem alguns fatores de risco, ou algum histórico que pode levantar hipótese de alguma doença e sintomas que possam indicar algum problema de saúde.

De um modo geral, uma avaliação clínica é a mais relevante antes de uma cirurgia, sendo que outros exames podem ser solicitados para o complemento do diagnóstico.

Dependendo da gravidade da cirurgia, alguns testes simples costumam ser requisitados, em especial aqueles que monitoram o sistema cardiovascular do paciente.

Quando uma pessoa está em cirurgia, o aparelho cardiovascular é o que fica mais sobrecarregado, em razão disso, necessita estar em boas condições. Até porque, ele é formado pelo coração e vasos sanguíneos.

Caso não esteja em boas condições, o médico que solicitou, na pior hipótese, pode cancelar a cirurgia, de modo que não comprometa o estado de saúde do paciente.

Entretanto, é mais provável que sua cirurgia seja reagendada.

Quais são os exames solicitados pelo médico para avaliação do risco cirúrgico?

Os exames que um médico cardiologista no DF solicita para avaliação do risco cirúrgico, geralmente são: exames cardiovasculares, principalmente o de rastreamento, que é o eletrocardiograma e exame de sangue.

Caso o eletrocardiograma esteja normal e o paciente não tiver outras queixas, então apenas ele pode ser suficiente.

Entretanto, se constar alteração ou se o paciente tiver alguma queixa sugestiva de cardiopatia, o médico tem obrigação de aprofundar a investigação cardiológica neste paciente.

Outro exame solicitado também é o exame de sangue para ver se o paciente possui anemia ou distúrbio eletrolíticos, para verificar se o sódio e o potássio estão normais, etc. 

Em alguns casos, exame da coagulação sanguínea também é solicitado.

Exames de imagem podem ser solicitados na avaliação do risco de operatório.

O exame mais comum de imagem é a radiografia de tórax, principalmente em cirurgias torácicas, obviamente, que envolva o aparelho respiratório ou que envolva a anestesia geral.

Pois durante a anestesia geral, o paciente fica sob ação de medicamentos e acoplado ao respirador.

Mas o que define, exatamente, o risco de uma cirurgia?

São três fatores principais para definir o risco da cirurgia:

  • Primeiro é com relação ao paciente. É jovem ou idoso? Possui comorbidades? É uma pessoa que já fez outros procedimentos cirúrgicos? 

São diversas as perguntas que devem ser respondidas e colocadas em evidência, pois o fator do paciente é essencial na avaliação do risco cirúrgico;

  • O segundo componente se refere ao porte da cirurgia. Qual o tipo de cirurgia que o paciente vai fazer? É uma cirurgia dermatológica? É para mexer na pele? Essas são as de pequeno porte. 

Dentre as perguntas relacionadas à cirurgia de grande porte, cita-se: É uma cirurgia cardíaca? É cirurgia de coluna ou no cérebro?

Então o médico sabe exatamente, qual vai ser o procedimento cirúrgico para poder estimar o risco da cirurgia, quanto maior o porte da cirurgia, teoricamente, maior é a chance de ter alguma complicação. Até porque o tempo de cirurgia é maior também;

  • O terceiro item da avaliação do paciente se refere a sua capacidade funcional. Ou seja, um indivíduo que se submete a cirurgia possui condição de suportá-la?

São questões que parecem ser simples, porém, que devem ser levadas em conta, tais como: o indivíduo consegue se levantar? Consegue sair da cama e ir ao banheiro sem enormes dificuldades? 

Isso tudo é um fator que aumenta a chance da cirurgia ser bem sucedida. Por outro lado, caso o paciente não consiga sair da cama ou realizar atividades de baixa dificuldade pode ser um sinal de um maior risco cirúrgico.

Cuidados necessários 

É preciso tomar cuidado com indivíduos com fragilidades, principalmente os idosos.

Pessoas com doenças crônicas e graves e acamadas têm um risco bastante aumentado de ter complicações não só de cirurgia, mas durante o período pós-operatório também.

Vale ressaltar que quando se fala de risco cirúrgico, remete-se às cirurgias eletivas, que são agendadas, adequadamente, e o paciente pode esperar por ela.

Ao falar sobre cirurgia de urgência ou de emergência, o risco cirúrgico não se aplica, pois, nesses casos, o risco do paciente em não operar é sempre maior do que o risco de uma cirurgia realizada sem uma avaliação pré-operatória.

Então, na cirurgia de emergência ou de urgência, o paciente vai operar e não necessita de risco cirúrgico.

As cirurgias eletivas, como a cirurgia plástica, por exemplo, é um tipo que pode aguardar uma semana ou mais, por isso é ideal que o paciente vá operar em sua melhor condição.

Percebeu o quanto que uma avaliação pré-operatória é importante nas cirurgias eletivas?

Uma recomendação muito importante que sugiro a você que deseja realizar um procedimento cirúrgico é que sempre quando for fazer qualquer procedimento cirúrgico, principalmente os de maior porte, converse com o cirurgião sobre a estrutura hospitalar onde você vai operar.

Pergunte também se o hospital possui um centro cirúrgico bem equipado e se possui unidade de terapia intensiva.

Obviamente, ninguém quer operar e parar dentro de um CTI, entretanto, as intercorrências podem acontecer, então é bom que o hospital possua uma boa unidade de terapia intensiva para poder acolher você, caso a cirurgia não transcorra da melhor maneira possível.

Se porventura você tem algum amigo ou familiar que vai se submeter a uma cirurgia, ou que está pesquisando sobre cirurgia, explique a ele a respeito desses cuidados ou peça para que entre em contato conosco.

Sem dúvidas, é preciso se atentar quanto ao risco cirúrgico. Por diversos motivos, você pode acabar ficando sem operar. Imagine sonhar com um procedimento estético e não poder concretizá-lo?

Para que isso não ocorra, é ideal que você procure o Dr. Diogo Kalil para que uma avaliação cirúrgica e exames cardíacos possam ser realizados e que sejam eliminados qualquer risco de que a cirurgia tenha intercorrência de ordem cardiovascular.

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