Diabetes: O que é, causas, sintomas e tratamento

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Com o crescente número de casos de diabetes, especialmente em consultório de médico cardiologista em Brasília, as pessoas ainda têm muitas dúvidas sobre essa doença.

O diabetes é uma doença crônica que se caracteriza por um excesso de açúcar no sangue, ou hiperglicemia.

Segundo a OMS, o diabetes poderá passar da 8ª à 7ª causa de mortes no mundo em 2030, mas felizmente, um diabético tratado corretamente pode viver muito bem com a sua doença.

Para você entender melhor, descubra aqui tudo sobre diabetes, causas, sintomas, tratamentos, fatores de risco…

O que é diabetes?

O diabetes é uma doença que impede o corpo de utilizar corretamente a energia fornecida pelos alimentos ingeridos. Além disso, a doença ocorre quando o pâncreas não secreta mais insulina ou quando o corpo se torna resistente à insulina produzida. 

Quando nós comemos, os alimentos são degradados em glicose (açúcar), a qual fornece a energia ao corpo a fim que ele possa funcionar corretamente.

Durante a digestão, o sangue transporta o açúcar em todo o corpo e alimenta as células. No entanto, para que o açúcar presente no sangue possa então ser transportado às células, o corpo precisa de insulina, um hormônio secretado pelo pâncreas.

A insulina age então como uma chave, permitindo ao açúcar passar do sangue às células do nosso corpo.

Nas pessoas diabéticas, o pâncreas não produz insulina o suficiente para cumprir essa missão. A glicose permanece então no sangue e não consegue chegar nas células, por consequência, não pode fornecer energia aos músculos do corpo.

Se a glicose permanece  no sangue, a glicemia aumenta, causando a hiperglicemia, que, com o tempo, leva a problemas graves em vários órgãos, como os olhos, rins, nervos e vasos sanguíneos.

Aproximadamente 90% dos diabéticos vivem durante anos com essa doença sem saber, porque o diabetes não provoca em geral manifestações no início de sua evolução.

Quais os tipos de diabetes e causas?

Existem dois tipos principais de diabetes: diabetes tipo 1, que atinge cerca de 6% dos diabéticos, e diabetes tipo 2, que atinge 92%.

Diabetes tipo 1

O diabetes tipo 1 é normalmente descoberto em pessoas jovens, como crianças, adolescentes ou jovens adultos.

No diabetes tipo 1, o pâncreas não fabrica mais insulina de maneira suficiente. Na sua ausência, as células não conseguem mais utilizar corretamente o açúcar que circula no sangue, sendo considerada uma doença autoimune.

Assim, a hiperglicemia aparece rapidamente.

Diabetes tipo 2

Já o diabetes tipo 2 surge geralmente após os 20 anos, mas, às vezes, pode aparecer desde a adolescência, sobretudo na presença de um sobrepeso.

Resulta da combinação de fatores genéticos e de estilo de vida. Em geral, cada pessoa possui uma bagagem hereditária que a predispõe a desenvolver diabetes ou protegê-la.

Em pessoas geneticamente predispostas, é geralmente o peso e particularmente o acúmulo de gordura nos órgãos do abdômen que causam uma resistência à insulina, o primeiro passo do diabetes tipo 2.

Portanto, o diabetes tipo 2 é o resultado de 2 fenômenos: no início, uma resistência à insulina, em seguida, uma disfunção do pâncreas.

Resumindo: o desenvolvimento do diabetes tipo 2 se dá durante muitos anos, em 3 etapas:

  • No início, as células do organismo tornam-se resistentes à insulina. Essa resistência é normal com a idade, mas pode piorar pelo excesso de gordura, em caso de sobrepeso ou obesidade. Esse estágio se chama de insulinoresistência. A glicose se acumula no sangue e uma hiperglicemia se instala progressivamente;
  • O organismo tenta se adaptar, e o pâncreas aumenta a produção de insulina;
  • Após muitos anos, o pâncreas não consegue mais secretar suficientemente a insulina para equilibrar os níveis de açúcar no sangue.

Sintomas do diabetes

Veja os sintomas do diabetes tipo 1 e tipo 2:

Sintomas do tipo 1

Os sintomas do diabetes tipo 1 aparecem geralmente muito abruptamente.

O quadro pode surgir como uma necessidade de urinar frequentemente, uma sede e fome intensas, perda de peso, assim como uma grande fadiga.

Sintomas do tipo 2

O diabetes tipo 2 é uma doença que permanece muito tempo silenciosa, podendo evoluir durante anos sem apresentar qualquer manifestação.

Dessa forma, nenhum sintoma pode ser observado antes do surgimento das complicações, e cerca de 50% dos diabéticos diagnosticados já estão em um estágio de complicações.

Os sinais que podem indicar o diabetes tipo 2 são os seguintes:

  • Fadiga;
  • Problemas de visão;
  • Sensação de boca seca;
  • Necessidade de urinar com frequência;
  • Ter mais fome ou sede;
  • Formigamentos nos pés;
  • Infecções que demoram a curar.

É importante observar os sinais discretos do diabetes: tendência às infecções de pele, problemas de ereção, fadiga, infecções urinárias…

Como tratar diabetes

O tratamento do diabetes se baseia principalmente em adotar uma alimentação saudável e praticar uma atividade física, a fim de reduzir a glicemia e outros fatores de risco de lesão dos vasos sanguíneos.

Parar de fumar é igualmente importante para evitar as complicações.

O controle da glicemia, em particular as pessoas com diabetes tipo 1 precisam de insulina, enquanto aquelas com diabetes tipo 2 podem fazer um tratamento via oral, mas podem precisar também de injetar insulina.

É importante também fazer um acompanhamento com médico cardiologista df para controlar a pressão arterial.

Um outro ponto importante é cuidar dos pés, como usar calçados adequados e examinar regularmente os pés por um profissional de saúde.

Outras intervenções compreendem: controle dos lipídios sanguíneos, para equilibrar as taxas de colesterol, bem como o tratamento da retinopatia e ficar atento aos primeiros sinais de uma doença renal.

O que é diabetes gestacional?

O diabetes gestacional se caracteriza pelo aparecimento, ao longo da gravidez, de uma hiperglicemia, ou seja, uma elevação da concentração de glicose no sangue, acima dos valores normais, mas valores inferiores àqueles que levam a diagosticar o diabetes.

As mulheres com diabetes gestacional têm um maior risco de complicações durante a gravidez e parto.

Há também um risco para a mãe quanto para a criança de ter diabetes tipo 2 futuramente.

É geralmente diagnosticado durante o pré-natal e não em razão do aparecimento dos sintomas.

Quais as consequências do diabetes na saúde?

Com o tempo, o diabetes pode causar problemas cardíacos, vasculares, oculares, renais e nervosos.

No adulto, o diabetes multiplica por dois ou por três o risco de infarto e AVC, sendo essencial consultar o quanto antes um médico cardiologista em Brasília.

Outra complicação é a neuropatia (lesões nervosas) que afeta os pés, aumentando a probabilidade de úlceras, infecção, e na pior das hipóteses, amputação.

A retinopatia diabética, que é uma causa importante da cegueira, surge em consequência das lesões dos pequenos vasos sanguíneos da retina.

Você sabia que o diabetes é responsável por 2,6% dos casos de cegueira no mundo?

Por fim, o diabetes é uma das principais causas de insuficiência renal.

Como prevenir?

Vários estudos mostram que mudanças no estilo de vida podem ser eficazes para prevenir ou retardar o diabetes tipo 2.

Portanto, para prevenir a doença e suas complicações, as pessoas devem:

  • Alcançar um peso corporal normal e mantê-lo;
  • Fazer exercícios físicos de intensidade moderada, pelo menos 30 minutos por dia;
  • Manter uma alimentação saudável e evitar o açúcar e gorduras saturadas;
  • Parar de fumar, pois o cigarro aumenta o risco de diabetes e doenças cardiovasculares.

Sabendo agora tudo sobre diabetes e suas complicações, aproveite e tire suas dúvidas com médico cardiologista em Brasília Diogo Kalil.

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