Aedes geneticamente modificado: solução contra a dengue (e Zica)?

Fonte: Portal UOL

A sociedade brasileira terminou 2015 com a péssima notícia (entre tantas outras) a respeito da zica (causada pelo Zica vírus).

Os casos alarmantes de microcefalia são realmente muito preocupantes.

Além disso, a dengue não dá trégua e continua causando problemas.

Essas doenças têm em comum o vetor (mosquito responsável pela transmissão): o Aedes aegypti.

Esse mosquito transmite dengue, zica e a febre Chikungunya. Pode ser também vetor da febre amarela urbana.

O principal modo de combater essas doenças é combatendo o mosquito. Se não houver mosquito não há doença (a não ser que surja um outro vetor). Daí a importância de se destruir os criadouros.

E agora há uma solução sendo testada: o uso de Aedes geneticamente modificado ou o “Aedes do bem”.

Veja o que saiu publicado no portal UOL:

“A liberação de mosquitos transgênicos reduziu em mais de 80% a quantidade de larvas de Aedes aegypti em um bairro de Piracicaba (SP), na comparação com um bairro próximo que não foi “tratado” com os insetos geneticamente modificados. Os dados foram divulgados ontem pela prefeitura do município e pela empresa Oxitec, dona da tecnologia.

O experimento, que começou em abril de 2015, envolve a liberação de 800 mil mosquitos transgênicos por semana no bairro Cecap/Eldorado, com 5 mil habitantes. Os insetos geneticamente modificados, chamados pela empresa de “Aedes aegypti do bem”, não picam pessoas nem transmitem doenças. Eles carregam um gene especial que faz com que seus filhotes morram antes de chegar à idade adulta.”

A reportagem ainda diz que neste ano só houve 1 caso de dengue neste bairro contra 50 no resto da cidade.

Vamos aguardar um pouco mais os testes e avaliar o custo X benefício desse tipo de solução. Mas sem dúvida é uma esperança no combate a essas doenças.

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